Heráldica, identidade de um cavaleiro!

A heráldica surgiu quase que espontaneamente no século XII, juntamente com as cruzadas. A necessidade de se identificar quem estava por debaixo de um elmo, de uma armadura era fundamental, como seria possível para um cavaleiro, um guerreiro, distinguir os seus, dos inimigos.

O seu escudo e seu casaco bordado com o brasão de armas era a maneira encontrada para identificar um amigo, advindo daí os primórdios da heráldica.

A insígnia assim adaptada, logo se tornou um invejável e protegido objeto de orgulho. Um filho poderia herdar de seu pai símbolos e carregá-los para uma batalha com orgulho. Após uma batalha ou campanha, o cavaleiro poderia retornar para seu castelo e o vassalo para seu modesto lar e cada um penduraria seu escudo ou elmo na parede. O elmo ficava posicionado acima do escudo. Os pertences daqueles que tinham morrido em batalha eram trazidos de volta por um amigo, e a cena era repetida em todas as humildes casas e magníficas residências. A heráldica, como nós conhecemos hoje, veio para ficar.

Segundo o dicionário de português tem-se como heráldica: “… Ciência cujo propósito é a análise da composição, do desenvolvimento, da evolução e/ou da designação dos emblemas blasônicos; além da caracterização e/ou concepção dos brasões; brasonário.”

Blasônico é um significado de brasão.

É necessário ter em mente que ostentar um brasão, que realmente lhe foi dado por você merecê-lo, é algo de muita importância. Ser identificado como pertencente daquele grupo, daquela irmandade, fraternidade ou algo semelhante, denota que o indivíduo fez por onde ter ganho esta honraria.

Com a facilidade que a internet nos proporciona, é simples encontrar o brasão de nossa família e mandar fazer um adesivo, um quadro e ostentá-lo. Mas a pergunta que faço é a seguinte: será que esta pessoa faz por onde ostentar este brasão de armas, será que ela tem a noção da história por trás da imagem que ele ostenta?

O brasão de sua família, com toda certeza é carregado de história, por vezes histórias de batalhas, guerras e vitórias.

Receber o brasão de um grupo, ser aceito como parte da “família” é uma honraria que deve ser respeitada, tanto por quem a ostenta, quanto por quem tem respeito pela história e sabe o quão importante é esta insignia.

“Non nobis domine non nobis sed nomini tuo da gloriam”

Salve Templários.

Apr. Rat (Anderson D. de Oliveira)

3 Comments:

BELO TRABALHO ANDERSHADOW!!! SEU SCORE SOBE A CADA DIA!!!

Belo trabalho Andershadow para o seu primeiro post em nosso blog! Ficamos imensamente felizes com o seu empenho! O seu tempo já está chegando! Saudações!

Anderson D. de Oliveira says:

Obrigado amigos, sempre pelo crescimento!

Salve Templários.

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